sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Próxima parada ESTAÇÃO PAQUEQUER: Partindo de Melo Barreto - MG, era a primeira parada do Ramal Sumidouro, no Estado do Rio.

Estação Paquequer.



A bela e imponente Ponte Preta, vista pelo lado do Estado do Rio.



A Ponte em Arcos de alvenaria e pedras.



(Registro fotográfico de 1930, por W. Cyril Williams: The Leopoldina Railway, A Narrow Gauge Railroad of Exceptional Interest, 1/1931. Acervo de Luciano Pavloski) do site www.estacoesferroviarias.com.br, de Ralph Mennucci Giesbrecht.





Estação Paquequer
Estive no local da Estação em: 25 de janeiro de 2017
Inaugurada em: 01/08/1885
Ramal: Ramal de Sumidouro - Km 241,818
Situação atual – Moradia.







Na ilustração acima a intenção é facilitar a localização dos prédios e obras ferroviárias aqui apresentadas.





Acima e abaixo, o famoso Túnel que Chora”.





Logo após o túnel, a grande Caixa d’água.


Em minha “expedição” pelos caminhos da Estrada de Ferro Leopoldina no Ramal Sumidouro, iniciei exatamente pela primeira parada no Estado do Rio de Janeiro.
Partindo de Melo Barreto, em Minas Gerais às margens do Rio Paraíba do Sul, o trem atravessava a famosa e bela Ponte Preta para fazer a primeira parada já no Estado do Rio de Janeiro - a Estação Paquequer, localizada às margens da RJ-158 próxima à extremidade das terras que dividem o Rio Paraíba do Sul e o Rio Paquequer, rio este que ali começa e avança pelo interior do Estado do Rio, muitas das vezes tendo às suas margens o antigo leito da ferrovia.
Sendo hoje propriedade particular com residências em seu entorno, cheguei aos portões da propriedade - às margem da RJ-158 – e ao entrar já encontrei a bela ponte em arcos de alvenaria e pedras sobre o início do Rio Paquequer para em seguida ser bem recebido pelo atual proprietário, que não só autorizou as fotos da estação e de todo o antigo complexo ferroviário aqui apresentadas como também trouxe importantes informações sobre a existência e distância para o famoso “Túnel que Chora” e uma caixa d’água existente logo depois do túnel, há uns 500 metros dali, atravessando a rodovia em direção à cidade de Carmo.

Iniciando a seção de fotos encontrei a Estação Paquequer ainda conservando suas principais características. 
Caminhando uns 200 metros em direção ao Rio Paraíba do Sul, chegamos à cabeceira da imponente Ponte Preta.
Visitar estes lugares nos faz voltar no tempo e imaginar o grande movimento que existiu ali - especialmente no transporte de produtos e mercadorias por ser a divisa de estados – como também de passageiros que iam e vinham de Nova Friburgo e região.

Estação Paquequer, sentido Melo Barreto.






Na seqüência abaixo a Estação Paquequer, sentido Carmo – RJ.














 Na seqüência abaixo, a imponente "Ponte Preta" compondo o belíssimo cenário de Paquequer.








 E a não menos bela "Ponte em Arcos".






Após a bem sucedida visita a estação de Paquequer, segui o antigo leito da ferrovia em busca do famoso “Túnel que Chora”. E as informações que recebi foram corretas. Ele está localizado bem próximo da estação de Paquequer seguindo aproximadamente 500 metros em direção a cidade de Carmo pelos caminhos do trem que margeiam o rio Paquequer. 
E logo após o túnel, encontrei também a grande caixa d’água.
O que dizer: Um excelente início de expedição pelo Ramal de Sumidouro!















2 comentários: