quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

ESTAÇÃO ROCHA LEÃO - Belíssimo prédio transformado em Centro Cultural e Museu.

Acima e na sequência abaixo, a belíssima Estação de Rocha Leão sob o olhar de Paulo Neiva Pinheiro.



Na Estação funciona hoje um belo Museu com peças históricas da ferrovia.


Acima e abaixo, dois vagões estacionados bem próximos à Estação.


No pátio da Estação encontramos também uma chave de desvio - acima - e um pontilhão ferroviário - abaixo.

Abaixo, mais três belíssimos registros da Estação de Rocha Leão.


Paulo Neiva Pinheiro admirando toda a beleza da Estação de Rocha Leão.



jundia


Estação ROCHA LEÃO


rio-dourado

   


Município: Rio das Ostras–RJ

Linha do Litoral – Km 192,631

Altitude: 24m

Estação inaugurada em: 04 de novembro de 1888

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Muito bem conservada, sendo usada como Centro Cultural e Museu.

Situação Atual – Tráfego suspenso, com trilhos.

 

Cia. Ferrocarril Niteroiense (1871-1887)

E. F. Leopoldina (1887-1975)

RFFSA (1975-1996)

FCA (1996 - ...)




HISTÓRICO DA LINHA:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”

 

A ESTAÇÃO:

O amigo Paulo Neiva Pinheiro visitou a Estação ROCHA LEÃO em 2021 e em 2024, quando fez as fotos aqui apresentadas trazendo seu relato...

“A Estação Ferroviária de Rocha Leão foi inaugurada em 1888, então com o nome de ‘União’. Teria sido erguido por escravos, com paredes de blocos de pedra bruta e cobertura de telhas francesas de Marseille do ano de 1877. Estive por duas vezes no local; uma vez em 2021; outra em 2024 e pouca coisa mudou nesse período. A Estação continua belíssima, sendo uma das mais bem preservadas de toda a linha tronco. A antiga Estação é hoje um Centro Ferroviário de Cultura onde funciona um Museu com belíssimas e históricas peças dos velhos tempos da ferrovia.”


Eliezer Magliano esteve na Estação Rocha Leão em 17 de junho de 2005. Segue seu relato...

"Rocha Leão é um raro e admirável caso de respeito e bom uso com uma Estação. Além disso, é uma bela Estação típica com paredes de pedra. Nela, totalmente restaurada, a prefeitura instalou um pequeno museu, uma biblioteca e uma sala de vídeo/cinema todos utilizados de graça pela população. Há sessões regulares de cinema, sessões infantis e as pessoas podem levar DVD’s e assistir lá."


Na sequência abaixo, a Estação de Rocha Leão em detalhes.
















Na sequência abaixo, as belas e históricas peças encontradas no Museu ferroviário.









Abaixo, detalhes da chave de desvio inglesa dos tempos da Leopoldina Railway.



Abaixo, o pontilhão ferroviário em detalhes.






Também no pátio da Estação encontramos este bueiro feito de trilhos ferroviários.


sábado, 14 de fevereiro de 2026

ESTAÇÃO JUNDIÁ - Apesar de estar abandonada e em ruínas, ela ainda resiste de pé.

Acima e na sequência abaixo, a Estação de Jundiá, abandonada em ruínas.

E esses dois anexos construídos próximos da Estação: Seriam a Casa do Agente da Estação e banheiro?


Sem trilhos ao lado da Estação, mas ainda era possível encontrá-los nas proximidades.


A Estação fica dentro da fazenda Jundiá.


Cenário da região onde estão localizadas a fazenda e a Estação.


Paulo Neiva Pinheiro e as ruínas da Estação de Jundiá.



california


Estação JUNDIÁ


rocha-leao

   


Município: Rio das Ostras–RJ

Linha do Litoral – Km 198,598

Altitude:  ?

Estação inaugurada em: 04 de novembro de 1888

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Abandonada, em ruínas.

Situação Atual – Tráfego suspenso, com trilhos nas proximidades.

 

Cia. Ferrocarril Niteroiense (1871-1887)

E. F. Leopoldina (1887-1975)

RFFSA (1975-1996)

FCA (1996 - ...)




HISTÓRICO DA LINHA:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”

 

A ESTAÇÃO:

Segundo o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  

"A Estação foi inaugurada em 1888.

'(...) Nota-se ainda, a partir da década de 1920, o crescimento da localidade de Jundiá, originada de terras de João Furtado de Mendonça e de José Fernandes Dantas, onde a The Leopoldina Railway construiu uma parada ferroviária e explorou uma pedreira, chegando o local a possuir armarinhos, botequins, farmácia, quitanda e até uma escola municipal denominada Brito Pereira (...)'.

O prédio ainda está de pé, em ruínas, dando sinais de que já foi utilizado como moradia. Ainda tem o dístico, embora apagado."


O amigo Paulo Neiva Pinheiro visitou a Estação JUNDIÁ em 2022, quando fez as fotos aqui apresentadas trazendo seu relato...

“A Estação está dentro de uma fazenda, portanto para acessá-la e fotografá-la requer autorização do proprietário. No dia que a visitei quem me atendeu foi o caseiro, muito gentil por sinal. A localidade nos dias de hoje é um deserto total, sem casas ou comércios nas proximidades. Chega a ser difícil de acreditar que o Trem passava e fazia parada por ali.”


Abaixo, em 2012 a Estação de Jundiá já estava abandonada e em ruínas, como pode ser visto nas três fotos Bernardo Oberg.



Na sequência abaixo, mais alguns registros da Estação de Jundiá, abandonada em ruínas.




A Estação está abandonada dentro da fazenda de mesmo nome.


Provavelmente essa construção aí era para o Agente da Estação morar, pois aqui existiu um telégrafo na época em que a Linha do Litoral funcionava.

Na sequência abaixo, detalhes da Estação de Jundiá