sábado, 14 de março de 2026

ESTAÇÃO CASIMIRO DE ABREU - Hoje, uma Casa de Cultura com belíssimas peças expostas no Museu Ferroviário.

Acima e na sequência abaixo, registros de Weltter Manhães feitos em 2025. Na Estação hoje funciona a Casa de Cultura Casimiro de Abreu e um Museu Ferroviário com belíssimo acervo.




Na sequência abaixo, os também belíssimos registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021, onde vemos a Estação de Casimiro de Abreu antes da última reforma.


A bela Estação e seus antigos portões de cargas.



A Estação nos anos 1980, com uma Locomotiva U12C da RFFFSA estacionada em frente. Do acervo de Camila Garcia.


A Estação de Casimiro de Abreu em belo registro de Maria Clara Volpato.

Paulo Neiva Pinheiro e a Estação de Casimiro de Abreu em 2021.




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CASIMIRO DE ABREU


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Município: Casimiro de Abreu–RJ

Linha do Litoral – Km 168,048

Altitude: 17m

Estação inaugurada em: 1880

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro e Weltter Manhães.

Uso atual: Centro Cultural abrigando um belo Museu Ferroviário.

Situação Atual – Tráfego suspenso, com trilhos.

 

E. F. do Rio Bonito (1880-1890)

E. F. Leopoldina (1890-1975)

RFFSA (1975-1996)




HISTÓRICO:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”

 

A ESTAÇÃO:

Paulo Neiva Pinheiro e Weltter Manhães visitaram a Estação de Casimiro de Abreu em datas distintas: Paulo Neiva em 2021 e Weltter em 2025.

Segue abaixo o relato de Paulo Neiva Pinheiro sobre sua visita à ESTAÇÃO CASIMIRO DE ABREU em 2021, quando fez as fotos aqui apresentadas...

“O prédio atual da Estação de Casimiro de Abreu consta, no Guia Geral das Estradas de Ferro de 1960, sem data de inauguração. Creio que ela foi construída no começo do século XX pela Cia Leopoldina Railway a julgar pela arquitetura do seu prédio todo feito com tijolinhos, muito comum em prédios feitos pela L.R. No ano de 1906 ela já existia, pois aparece numa fotografia da “Revista da Semana”. Mas em 1889 já existia uma Estação que se chamava Indayassu, construída pela E.F. Cantagalo e que servia ao ramal E. F. Rio Bonito a Macaé, Estação esta bem afastada do centro de Casimiro de Abreu, o que se fez necessário a construção de uma outra Estação na região central da cidade para embarque e desembarque de pessoal, Estação essa construída pela L.R. e que também usou o nome de Indayassu até 1925, quando passou então a ser chamada de Casimiro de Abreu. Houve, segundo a narrativa do IBGE, uma série de alterações de nomes do município e dos dois distritos que o compunham entre Barra de São João e Indayassu até 1925, data em que o distrito de Indayassu e a Estação passaram a se chamar Casimiro de Abreu. Depois, em 1938, o município em si, que se chamava então Barra de São João tendo Casimiro de Abreu como um de seus dois distritos, passou a ser o deste último, Casimiro de Abreu. Muito confuso... Em 2021 - ano em que lá estive – a Estação continuava em bom estado, funcionando como Casa da Cultura Casimiro de Abreu. Nele funciona um belíssimo Museu Ferroviário, tendo o prédio sido reformado e pintado recentemente.”


Na sequência abaixo, o pátio da Estação de Casimiro de Abreu em 2025, quando parte dos trilhos estavam sendo aterrados. Não sabemos qual era o projeto, nem se foi em frente, mas... contrastando com a beleza do Museu que funciona na Estação, sem dúvida foi uma proposta incompatível com a história da ferrovia.





Na sequência abaixo, mais alguns registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021, onde vemos a Estação de Casimiro de Abreu antes da última reforma.Linda Estação feita de tijolinhos maciços construída pela Leopoldina Railway.




Visual nos fundos da Estação.

Na sequência abaixo, o pátio da Estação de Casimiro de Abreu em 2025, onde dois vagões estavam estacionados à espera de um projeto de revitalização.




Na sequência abaixo, a Casa de Cultura Casimiro de Abreu e seu Museu Ferroviário com belíssimo acervo. Registros de Weltter Manhães feitos em 2025.






















segunda-feira, 9 de março de 2026

Estação PARADA SANTA EDELVIRA - Não existem mais vestígios da antiga Parada Ferroviária.

Paulo Neiva buscou localizar a Parada Santa Edelvira através da quilometragem fornecida pelo livro Guia Geral das Estradas de Ferro. Vasculhou a área e não achou nada de concreto sobre ela, apenas algumas pedras que poderiam ter sido de sua antiga Plataforma.


Pedras Brutas foi o que sobrou da Parada, que Paulo Neiva acredita terem pertencido à sua Plataforma.


Acima, uma passagem de nível dentro da fazenda Santa Edelvira. As composições da Linha do Litoral passavam por ela.

Linha do Litoral cortava a fazenda.

Existe um pontilhão sobre o Rio Lontra perto de onde ficava a Parada.





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Parada SANTA EDELVIRA 


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Município: Casimiro de Abreu–RJ

Linha do Litoral – Km 174,331

Altitude: 15m

Estação inaugurada em: ?

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Demolida. Paulo Neiva não encontrou nem vestígios da plataforma.

Situação Atual – Tráfego suspenso, com trilhos.

 

E. F. Leopoldina (?-1975)

RFFSA (1975-1996)




HISTÓRICO:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”

 

A ESTAÇÃO:

Segue abaixo o relato de Paulo Neiva Pinheiro sobre sua visita à PARADA SANTA EDELVIRA em 2023, quando fez as fotos aqui apresentadas...

“A Parada Ferroviária Santa Edelvira existente era para embarque e desembarque de pessoas e cargas, geralmente em sua grande maioria produtos agrícolas em geral produzidos nas redondezas e pela fazenda que dava nome a parada. A Parada ficava dentro de uma fazenda (creio ser a antiga fazenda Santa Edelvira) às margens da BR-101 no município Casimiro de Abreu-RJ. As informações fornecidas pelo Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960 tiveram a medição feita por mim usando o Google Maps e ambas batem nessa localização visitada. Não se tem a data da construção e nem da demolição dessa Parada Ferroviária, nem fotografias antigas da mesma, mas ela está listada no livro Guia Geral das Estradas de ferro do Brasil de 1960. Estive no local em 2023 e não achei nenhum vestígio da Parada, somente pedras espalhadas que poderiam ter sido de sua plataforma de embarque. No Livro Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960 podemos ver ela listada no KM 174.331.”


A página do livro no qual aparece a Parada Santa Edelvira e sua quilometragem, grifadas em vermelho por Paulo Neiva.

A porteira as margens da BR-101 que dá para a fazenda, que tinha ou tem o mesmo nome da Parada.

Caminho da BR-101 para a Fazenda.

Caminho de volta rumo à BR-101 para pegar a viatura desbravadora e ir embora para a Parada Professor Souza.

Nosso Guia Turístico nos acompanhou durante toda a expedição, rsrs.

Pontilhão existente nas proximidades da Parada.