sexta-feira, 3 de julho de 2026

ESTAÇÃO SAMBÊ - Esquecida por muitos anos e descoberta pela Equipe Trilhos do Rio em 2017, dela só restou a Plataforma e a Caixa d'água.

Acima, em 2017 a equipe Trilhos do Rio localizou e registrou a Plataforma da Estação Sambê.

Abaixo, em 2022 foi a vez de Paulo Neiva Pinheiro visitar a Plataforma da Estação Sambê, já escondida no meio da mato.

A Plataforma da Estação de Sambê, uma raridade.

Plataforma com as pedras originais, com acabamento de cantaria de 1882.

Bem escondidinha no meio do mato estão as ruínas da Plataforma da Estação.

A Caixa d’água feita de concreto localizada alguns metros de onde ficava a Estação Sambê. Próxima a ela, uma placa de aviso de cruzamento ainda no lugar.

Paulo Neiva Pinheiro sobre a Plataforma da Estação Sambê.





santa-teresinha


Estação SAMBÊ


rio-bonito



Município: Rio Bonito–RJ

Linha do Litoral – Km 114,667

Altitude: 45m

Estação inaugurada em: 1882

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro e Trilhos do Rio.

Uso atual: Demolida. Só restou a antiga plataforma.

Situação Atual – Tráfego suspenso. Com trilhos.

 

E. F. Cantagalo (1882-1887)

E. F. Macaé a Campos (1887)

E. F. Leopoldina (1887-1975)

RFFSA (1975-1996)

FCA (1996...)




HISTÓRICO:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”


A ESTAÇÃO:

Segue abaixo o relato de Paulo Neiva Pinheiro sobre sua visita à Estação Sambê em 2022, quando fez as fotos aqui apresentadas...

“A Estação de Sambê - um Posto Telegráfico que de acordo com o Guia Geral das Estradas de Ferro de 1960 teria sido inaugurado em um trecho de 8,5 km entre Rio Bonito e Posse no ano de 1882. Na época, o trecho era da extinta E. F. Rio Bonito a Juturnahyba. Posse é o nome da área onde ficava a fazenda Sambê e sua Estação, localizada a 8,5 km da cidade de Rio Bonito. Segundo nos informou Jorge Pedra, ela foi demolida em outubro de 2007. Restaram apenas a Caixa d’água que abasteciam as Locomotivas a vapor e as ruínas da Plataforma da Estação, que estão no meio do mato sendo bem difícil achar os seus resquícios. Não encontrei fotos antigas da Estação na internet. Também não encontrei informações da data exata de sua demolição.”



A equipe Trilhos do Rio encontrou as ruínas da Estação Sambê em 2017, quando fez as fotos aqui apresentadas. Segue abaixo o relato da visita...

“O dia 12 de janeiro é uma data a ser lembrada. Nesta data, em 1882, foi inaugurada a Parada - ou Estação - de Sambê/Sambé, um ponto hoje esquecido, mas que fez parte da história e da expansão dos trilhos no interior do estado do Rio de Janeiro. De acordo com o Guia Geral das Estradas de Ferro de 1960, Sambê/Sambé era classificada como parada ferroviária e integrava um trecho de 8,5 quilômetros entre Rio Bonito e Posse, pertencente à então Estrada de Ferro Rio Bonito a Juturnahyba, companhia posteriormente extinta. O nome Posse fazia referência à área onde se localizava a Fazenda Sambê/Sambé, situada a certa distância da sede de Rio Bonito. Por muitos anos, Sambê/Sambé permaneceu praticamente invisível, restrita a menções em documentos técnicos e registros históricos. Foi apenas em 2017, durante uma atividade de pesquisa de campo, que a equipe Trilhos do Rio localizou e registrou, pela primeira vez na Internet, imagens da plataforma remanescente da Estação, trazendo à luz estes vestígios. Poucos meses depois voltamos com mais membros da equipe e registramos a foto que se encontra em anexo. Relembrar Sambê/Sambé não é apenas marcar uma data. É reafirmar a importância da pesquisa, do trabalho de campo e da preservação da memória ferroviária, especialmente de Estações e paradas menores, muitas vezes apagadas da história oficial. Cada plataforma encontrada, cada trilho esquecido, ajuda a reconstruir a complexa rede que moldou o território, a economia e o cotidiano de diversas regiões do estado. Seguimos nos trilhos da memória.” TRILHOS DO RIO

Nas três fotos abaixo, em 2017 a equipe Trilhos do Rio localizou e registrou a Plataforma da Estação Sambê.





Acima e abaixo, bem escondidinha no meio do mato estão as ruínas da Plataforma da Estação. Para Paulo Neiva Pinheiro, "um verdadeiro achado".


Na sequência abaixo, a Caixa d’água feita de concreto alguns metros depois de onde ficava a Estação. 





Uma placa de igreja com o nome da localidade.

Próxima ao local da Estação, uma placa de aviso de cruzamento ainda no lugar.

Seria esta a Fazenda Sambê?


Ainda pode se encontrar alguns vestígios da passagem do Trem pelo local como este trilho fincado.

Um local isolado no meio do nada.

Placa com a quilometragem da Linha.


sexta-feira, 26 de junho de 2026

Estação PARADA ESCURIAL - Ela resistiu até a década de 1980, sendo demolida posteriormente.

Acima, o que sobrava da Parada Escurial em 1980. Foto de Luiz Caramuru.

Abaixo, a ponte ferroviária sobre o rio Caceribu, reconstruída em 1914, localizada próxima à Parada Escurial. Foto de 2006 de Cleiton Pieruccini.




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Parada ESCURIAL


porto-das-caixas

   


Município: Itaboraí–RJ

Linha do Cantagalo – Km 80,537

Altitude: 8m

Estação inaugurada em:  ?

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Luiz Caramuru e Cleiton Pieruccini.

Uso atual: Demolida. 

Situação Atual – Linha erradicada, sem trilhos. 

 

Ramal Férreo do Cantagalo (1876-1888)

E. F. Macaé a Campos (1888-1890)

E. F. Leopoldina (1890-1967)



HISTÓRICO:

A Estação Parada Escurial fazia parte da Linha do Cantagalo, que tinha início na Estação de Porto das Caixas e seguia sentido à Nova Friburgo. No trecho entre Porto das Caixas e Cachoeiras de Macacu o Trem seguia nos moldes tradicionais, quando passava pela Parada Escurial. Para vencer a serra e chegar a Nova Friburgo, ao chegar a Cachoeiras de Macacu, era adotado o sistema Fell até a Estação de Teodoro de Oliveira. De lá, o Trem seguia nos moldes tradicionais pela Linha do Cantagalo.

Veio então o triste período da decadência das Ferrovias com o completo desinteresse do governo, reduzindo drasticamente os investimentos - tendência que atingiu todas as ferrovias brasileiras – e a Linha do Cantagalo foi sendo fechada por partes: o trecho entre Cachoeira de Macacu e Portela foi desativado em maio de 1964, sendo definitivamente suprimido em 1967; enquanto que o trecho inicial de Porto das Caixas até Cachoeiras, passando por Escurial, foi suprimido em 1973. Mas os Trens de passageiros acabaram antes: entre 1962 e 1963 no trecho Cantagalo/Portela e em julho de 1964 no trecho Cachoeira de Macacu/Cantagalo.

O trecho entre Porto das Caixas e Cachoeira de Macacu foi o último da já centenária Linha do Cantagalo a ter os Trens de passageiros suspensos, que ocorreu em 1969. No seu período final de atividade, entre 1965 e 1969, ainda trafegavam Trens que vinham de General Dutra e entravam pelo antigo Ramal até Cachoeiras de Macacu.

Em 1973, o trecho foi oficialmente erradicado, acabando de vez com a histórica Linha do Cantagalo.


A ESTAÇÃO:

Existem poucas informações sobre a Parada Escurial, como também não sabemos quando a mesma foi aberta para embarque e desembarque de passageiros. Próxima ao local onde ficava a Parada ainda existe uma belíssima Ponte de Ferro. A Parada foi demolida há tempos, não tendo sobrado vestígios da mesma, bem como qualquer outro vestígio de que por ali tenha um dia passado a quarta ferrovia mais antiga do Brasil.

Cleiton Pieruccini esteve no local em 2006 e traz seu relato: 

"Estava confirmando algumas informações e a mais surpreendente delas, pra mim é a Parada Escurial, na Linha do Cantagalo. Há cerca de dois anos atrás estive tirando fotos da ponte ferroviária sobre o rio Caceribu. Cliquei uma casa distante mais ou menos duzentos metros da ponte, abandonada em meio ao mato. Tirei a foto apenas por tirar sem saber que se tratava da Parada Escurial. Por estar localizada dentro das terras do Comperj (polo petroquímico) teve o mesmo fim que Estação de Sambaetiba, foi demolida".



Abaixo, mais uma registro do que sobrava da Parada Escurial em 1980. Foto de Luiz Caramuru.

terça-feira, 23 de junho de 2026

ESTAÇÃO PORTO DAS CAIXAS - Importante e histórica Estação na Linha do Litoral. De lá partia a Linha do Cantagalo.

Acima, a Estação de Porto das Caixas em belíssimo registro do acervo do Arquivo Nacional. Nele vemos a Casa de Turma e a Caixa d'água.

Abaixo, em 2000 ainda era possível ver a antiga Plataforma de embarque, foto de José Alves de Vasconcelos.


Abaixo, a Estação de Porto das Caixas, vendo-se a bifurcação - Linha do Cantagalo saindo para a esquerda; Linha do Litoral seguindo para a direita. Foto de 1970/1071, do acervo de José Alves de Vasconcelos.


A Casa de Turma e a Caixa d´água ainda com os trilhos passando em frente, foto de 2010 de Daddo Moreira.


Nesta foto de 2022 de Paulo Neiva Pinheiro, a Casa de Turma e a Caixa d'água em ângulo aproximado. Os trilhos já haviam sido removidos.


Neste belíssimo registro do acervo do IBGE podemos ver a antiga Estação de Porto das Caixas; a plataforma principal ao lado da Estação e a antiga bifurcação: à esquerda, acesso a Linha do Cantagalo para a próxima Estação - Escurial. Nele vemos outra pequena plataforma com cobertura; à direita, acesso a Linha do Litoral para próxima Estação - Venda das Pedras.


Localização da Estação de Porto das Caixas através de imagem do Google Maps, mostrando também a bifurcação da Linha.


Antigo e histórico registro fotográfico da Estação de Porto das Caixas ainda em atividade.



Os trilhos já foram arrancados, mas após passar pela Casa do Agente Ferroviário e pela Caixa e d'água, o Trem seguia em frente rumo a Visconde de Itaboraí.


Paulo Neiva Pinheiro e a Casa do Agente Ferroviário, tendo ao lado a Caixa d'água.




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Estação PORTO DAS CAIXAS

Antiga Itaboraí


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Saída para a Linha do Cantagalo

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Município: Itaboraí–RJ

Linha do Litoral – Km 75,577

Altitude: 7m

Estação inaugurada em: 23 de abril de 1860

Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro; José Alves de Vasconcelos; Daddo Moreira e Carlos Latuff.

Uso atual: Demolida. Só restaram a Casa de Turma e a Caixa d'água.

Situação Atual – Sem os trilhos, tráfego suspenso. 

 

E.F. Cantagalo (1860-1887)

E. F. Leopoldina (1887-1975)

RFFSA (1975-1996)

FCA (1996...)




HISTÓRICO:

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.” 


A ESTAÇÃO:

Ainda não visitei a Estação de Porto das Caixas, mas os amigos e grandes colaboradores de nossa página Paulo Neiva Pinheiro; Daddo Moreira e Carlos Latuff estiveram lá trazendo seus registros fotográficos.


Segue abaixo o relato de Paulo Neiva Pinheiro sobre sua visita à ESTAÇÃO PORTO DAS CAIXAS em 2022, quando fez as fotos aqui apresentadas...

“A Estação de Porto das Caixas foi construída em 1860 originalmente para ser a saída da Linha do Cantagalo. Somente mais tarde, em 1874, passou a ser também entroncamento com a que viria a ser posteriormente a Linha do Litoral, construída na época pela Cia. Ferro Carril Niteroiense. A antiga Linha do Cantagalo começava mesmo em Porto das Caixas, localidade situada às margens do rio Macacu, no "fundo" da baía da Guanabara. Dali, barcaças transportavam as mercadorias até a cidade do Rio de Janeiro. No início dos anos 1950, ainda se podia ver algumas delas afundadas ao lado da ponte ferroviária, então de madeira. Foi um ponto de baldeação muito movimentado e rico, tendo entrado em decadência com a inauguração do trecho de linha até Niterói, ainda no século XIX. Com a extinção da Linha do Cantagalo, Porto das Caixas deixou de ser entroncamento. Segundo os moradores locais, a Estação foi demolida já em 1980 e dela nada sobrou, a não ser a Casa do Agente Ferroviário, a Caixa d’água de concreto e as ruínas de dois pontilhões sobre o Rio da Aldeia, assim como duas escadas (Plataformas) feitas com dormentes que serviam para os raros passageiros do Trem suburbano que ligava a Itaboraí. Em 2010, mesmo isso já havia desaparecido e a plataforma de embarque original estava escondida debaixo de muito mato, também sendo demolida posteriormente. A região é cortada por outros rios como o Casseribu e o Rio da Aldeia, que é o que fica próximo da Estação. Um filme Nacional chamado “Porto das Caixas” foi rodado no local em 1962, filmado na localidade quando tudo ainda estava de pé, onde também aparecem as Linhas do Cantagalo e do Litoral; o Túnel de 1860 e a Estação ainda de pé. Bem próximo do local da Estação existe uma usina que nunca chegou a ser inaugurada que extraía álcool da mandioca e também está em estado de ruínas, já completamente invadida. Na localidade - no sentido Ramal do Cantagalo - ainda existe parte do 1º túnel ferroviário do Rio de Janeiro e um dos primeiros do Brasil, pois existe um outro feito no mesmo ano localizado no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife-PE, também inaugurado em 1860.”


Após a Estação ser demolida em 1980, os poucos passageiros que utilizaram os últimos trens da Linha do Litoral embarcavam nestas escadarias/plataforma improvisada, foto de Carlos Latuff, em 2002. Elas também não existem mais...


A Casa do Agente Ferroviário. Junto com a Caixa e d'água, foi o que sobrou do outrora importantíssimo Complexo Ferroviário de Porto das Caixas.

Nas duas fotos abaixo, a Casa do Agente Ferroviário e a Caixa d'água em ângulos opostos.


Aqui ficava a antiga plataforma da Estação. Primeiro demoliram a Estação, depois retiraram a linha e depois demoliram a Plataforma de Embarque/Desembarque, ela ficava aqui nessa direção.


Em destaque, a Caixa d'água ao lado da Casa do Agente Ferroviário.

Pequena e antiga construção ao lado da Caixa d'água. Gostaria de saber do que se trata, mas não consegui identificar o que é.


Seria uma casa da Ferrovia? Paulo Neiva acha que tem boas chances de ser. Além do estilo arquitetônico, ela está bem próxima da Estação.

Não parece, mas por aqui passavam os Trens da Linha do Litoral. Hoje só mato, nem os trilhos ficaram para contar a história.


Grandes pedras encontradas próximo ao local local onde ficava a antiga Estação. Seriam da plataforma de Embarque e Desembarque da Estação?


Na sequência abaixo, o pontilhão mais moderno da Linha do Litoral, já sem trilhos e totalmente coberto por mato.





Na sequência abaixo, o que sobrou do pontilhão mais antigo construído pela Leopoldina Railway sobre o Rio da Aldeia (Rio Cabuçu no Google Maps). O mato está tomando conta, mas é possível ver as cabeceiras da ponte feita de pedras sobrepostas construída pela Leopoldina Railway com mais de 100 anos de existência.




Bem próximo do local da Estação existe uma Usina que nunca chegou a ser inaugurada que extraía álcool da mandioca e também está em estado de ruínas, já completamente invadida.

Tiraram os trilhos e abandonaram dormentes pelo caminho por não ter valor de venda.