sábado, 14 de julho de 2018

CARLOS PEIXOTO FILHO - Ainda está de pé e muito bem conservada a pequena e bela estação da área rural de Ubá.












Estação Carlos Peixoto Filho
Município de Ubá

Estive no local em: 09 de maio de 2018.
Estação inaugurada em: 01 de novembro de 1906
Altitude: 325m
Ramal: Linha de Caratinga – Km 304,680 (1960) 

Situação Atual – Moradia.










Desembarcando em Carlos Peixoto Filho.
Ao partir de Ubá sentido a Ponte Nova, a primeira parada era na Estação Carlos Peixoto Filho, localizada na área rural de Ubá.
Para se chegar a estação é preciso mais uma vez deixar a rodovia e avançar alguns km’s de estrada de chão, que segue paralela a uma boa parte do antigo leito ferroviário. Foi legal observar durante este percurso que o antigo leito ainda está bem preservado neste trecho, onde ainda encontrei duas pontes e um belo cenário, que ficou ainda mais bonito com o cair da tarde.
Ao chegar à estação, fui muito bem recebido pelo atual morador, que ornamentou as laterais do antigo leito com belos coqueiros.
Trata-se de uma edificação com o estilo comum às demais estações ferroviárias da E. F. Leopoldina. Fiquei feliz em encontrar a estação em excelentes condições, muito bem cuidada.
Ao lado dela, um campo de futebol que torna o local bem movimentado, ponto de encontro de esporte e lazer nos finais de semana e feriados.











Nas fotos abaixo, pode-se observar que ainda existe grande parte do antigo leito ferroviário, além de duas pontes bem conservadas e em perfeitas condições de uso.  







sexta-feira, 6 de julho de 2018

ESTAÇÃO CAPITÃO MACHADO - Na área rural de Visconde do Rio Branco.









Estação Capitão Machado

Estive no local em: 08 de maio de 2018.
Estação inaugurada em:    ?
Ramal: Linha de Caratinga – Km 312,775 (1960) 

Situação Atual – Moradia.











Desembarcando em Capitão Machado.

Seguindo de Ubá sentido a Ponte Nova, o trem fazia rápida parada na Estação Capitão Machado, pequena parada na área rural de Visconde do Rio Branco.
Deixando a rodovia, parti em busca de mais uma das estações da Estrada de Ferro Leopoldina seguindo por vários km’s de estrada rural até encontrar a antiga estação, hoje servindo de moradia.
Trata-se de uma edificação com estilo mais moderno e diferenciado, se comparada aos desenhos tradicionais das demais estações da linha da Leopoldina. As condições do prédio não são das melhores, mas ela está lá, resistindo ao tempo e ao esquecimento.
Por estar sendo utilizada como moradia, não foi possível realizar fotos de ângulos distintos, devido também a uma das cabeceiras estar coberta pelas árvores. Mesmo assim, podemos ver que os trilhos continuam lá.

Após esta rápida visita, segui viagem pelos caminhos da E. F. L.



A estação, em belo registro de Gutierrez Lhamas Coelho.








quinta-feira, 28 de junho de 2018

ESTAÇÃO COIMBRA - Após subir a belíssima serra de São Geraldo, chegamos a Coimbra.

A Praça, tendo a Estação de Coimbra ao fundo, hoje um Espaço Cultural da cidade.




Belíssima panorâmica de Coimbra, do acervo de Clair Rodrigues e restauração de Amarildo Mayrink.









Belo desenho da Estação de Coimbra, capa do "Dossiê de Tombamento das estruturas arquitetônicas e urbanísticas" da Prefeitura da cidade.






Estação Coimbra

Estive no local em: 08 de maio de 2018.
Estação inaugurada em: 16 de agosto de 1885
Ramal: Linha de Caratinga – Km 356,913 (1960)
                   Altitude – 715m               

Situação Atual – Centro Cultural Municipal.









Acabando de subir a Serra de São Geraldo, desembarcamos hoje em Coimbra, mais uma das dezessete estações que visitei nos dias 08 e 09 de maio passado.
Foi também mais uma gratificante surpresa desta viagem encontrar a Estação de Coimbra em bom estado de conservação, sendo hoje ocupada pela prefeitura da cidade e transformada num belo Espaço Cultural. 
Como destaca Ralph Mennucci Giesbrecht em sua página estações ferroviárias ..."quando inaugurada em 1885, era a estação mais alta desta linha em território mineiro – 715 metros."
Depois de realizar a seção de fotos aqui apresentada, me dirigi à Prefeitura da cidade, cujo belo prédio está localizado bem ao lado da antiga estação.
Em busca de informações e outros registros sobre a passagem da ferrovia pela cidade, o funcionário que me atendeu indicou que visitasse a Secretaria de Esporte, Lazer e Cultura, onde fui recebido por Mário Sebastião Garcia da Fonseca, que me apresentou o “Dossiê de Tombamento das estruturas arquitetônicas” de Coimbra, do qual a Estação felizmente faz parte.
O que mais chamou minha atenção neste dossiê foi justamente sua capa, uma belíssima arte retratando com simplicidade e beleza a Estação Ferroviária.

Enfim, mais uma estação visitada... hora de seguir em frente...








Acima, mais um belo registro da estação de Coimbra, do acervo de Hugo Caramuru.









Nas duas fotos abaixo, um comparativo da estação de Coimbra em dois tempos.





Nas duas fotos abaixo, mais um comparativo da estação em dois tempos.







domingo, 17 de junho de 2018

ESTAÇÃO CAJURI - Última parada antes de chegarmos a Viçosa.


Acima, belíssimo registro fotográfico da Estação de Cajuri, sem data definida.













Estação Cajuri

Estive no local em: 
08 de maio de 2018.
Estação inaugurada em: 05 de outubro 1885
Ramal: Linha de Caratinga – Km 367,510 (1960) 
Altitude – 682,140m

Situação Atual – Centro Cultural Municipal.










Chegando ao fim do primeiro dia de minha “expedição” pelos caminhos da Estrada de Ferro Leopoldina, já iniciava o cair da noite quando cheguei à simpática e aconchegante Cajuri.
Localizada no centro da cidade, foi uma grande alegria encontrar a Estação Cajuri muito bem cuidada, bem como todo o seu entorno transformado numa bela praça.
No prédio da antiga estação hoje funciona o Centro Cultural Pe. Oswaldo Renato Cunha.
Foi bacana ver na placa inaugural fixada no prédio a homenagem a um ferroviário – Calçadão Linha Férrea Ferroviário José Filomeno Amâncio “Zé Capoeira”.
Bacana também foi observar que todo o trabalho de urbanização do centro da cidade preservou também o antigo leito ferroviário - que continua lá - dando um charme a mais à obra e mantendo viva a esperança de, quem sabe um dia, o trem voltar a passar por Cajuri.





A antiga estação se transformou no Centro Cultural Pe. Oswaldo Renato Cunha.





Informações divergentes - Mais uma estação cuja placa nela fixada consta uma quilometragem diferente - 483,556.
Segundo a página www.estacoesferrovarias.com.br – minha referência neste trabalho - a quilometragem seria 367,510.











Acima, mais um antigo registro fotográfico da Estação de Cajuri.





Acima, belo registro de uma ponte nas proximidades de Cajuri, de Jair Barreiros.




Abaixo, outro belo registro da mesma ponte, de Gutierrez Lhamas Coelho.






Acima, belo registro do leito ferroviário na área rural de Cajuri, do acervo de Hugo Caramuru.




Abaixo, registro da Estação de Cajuri de 1990, do acervo de Hugo Caramuru.