domingo, 5 de outubro de 2025

ESTAÇÃO CORONEL PACHECO - Antiga Estação Água Limpa, no Ramal de Juiz de Fora.

Acima, a Praça da Matriz de Coronel Pacheco. Segundo alguns moradores informaram, era logo abaixo deste muro de arrimo ornamentado por belas pinturas artísticas que ficava a antiga Estação Ferroviária de Coronel Pacheco, onde hoje passa a rodovia.


Estes imóveis ficavam exatamente abaixo do local onde hoje está situado o muro de arrimo com as pinturas. São fotos do acervo de Carlos Henrique Barbosa, imóveis que lembram a arquitetura das Estações Ferroviárias. Existia também ali o prédio do "Laticínio" local.


Registro da então "Estação de Água Limpa" em 1915, no centro da foto. Do “Álbum de Juiz de Fora” de Albino Esteves – 1915, reeditado pela FUNALFA em 1989. Foto cedida por Manoel Monachesi.


Acima e abaixo - nos dois sentidos - o "paredão" da estrutura do "Pontilhão da Lia" - a ponte da fazenda Brogotó - ponte ferroviária localizada bem na chegada a Coronel Pacheco vindo de Juiz de Fora.


Acima e abaixo, também próximo a Coronel Pacheco, outro pontilhão localizado no belíssimo cenário da Serra sentido à Estação Triqueda. Registros do amigo Carlos Henrique Barbosa.


Abaixo, capa do livro "Reminiscências de Coronel Pacheco", de Asclepíades da Paixão Lucas. Nele encontramos interessantes informações sobre a Ferrovia em Coronel Pacheco.

Na página 12, interessante destaque para a mudança de nome no dístico da Estação... “um acontecimento que chamou a atenção da população foi a mudança na placa existente na parede da Estação (dístico) da Leopoldina Railway – de ‘Coronel Pacheco’ para ‘Água Limpa’. Fizemos um requerimento à Diretoria da Estrada de Ferro que, de novo, a trocou. Isso em 21 de agosto de 1957.”


Destaque para o muro de arrimo ornamentado por belas pinturas artísticas que enfeita o visual da Praça da Matriz. Segundo moradores, onde hoje passa a rodovia ficava a antiga Estação Ferroviária de Coronel Pacheco.



triqueda


miranda-lima

 

Estação CORONEL PACHECO 

Antiga Lima Duarte e Água Limpa

 

parada-josue

 

 

Município: Coronel Pacheco-MG.

Ramal de Juiz de Fora: Km 269,037 (1960).

Altitude: 479m.

Estação inaugurada em: 1884.

Estive no local em: Visitei a localidade em junho de 2025. 

Uso atual: Demolida. 

Situação Atual – Trecho declarado erradicado, sem trilhos.

 

Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau (1884-1888)

E. F. Leopoldina (1888-1974)


HISTÓRICO:

O Ramal de Juiz de Fora é um dos mais complexos Ramais da Leopoldina para pesquisas, resultado de inúmeras fusões de empresas ferroviárias (Cia. E. F. Ramal do Rio Novo, Cia. União Mineira, Companhia Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau, por fim vendida à Leopoldina).

O Ramal também possuía diversas “pequenas paradas” sem registros fotográficos e que não apareciam em todos os livros e documentos ferroviários, além de uma grande ocorrência de mudanças de nomes nas Estações devido às fusões já citadas acima.

Outro fator que prejudica as pesquisas sobre as Estações e paradas do Ramal é que, das 14 Estações e Paradas, restaram apenas 04 ainda preservadas: Furtado de Campos, Rio Novo, Mussunguê (uso residencial) e Juiz de Fora.

O único registro fotográfico da Estação de Coronel Pacheco que temos conhecimento, dos tempos em que ainda se chamava Água Limpa, faz parte do “Álbum de Juiz de Fora” de Albino Esteves – 1915, reeditado pela FUNALFA em 1989. 

 

A ESTAÇÃO:

Segundo consta no site Estações Ferroviárias de Ralph Mennucci Giesbrecht, a Estação de Coronel Pacheco foi inaugurada em 1884 pela “Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau” sob o nome de Lima Duarte, passando em 1888 para o controle da E. F. Leopoldina. No mesmo ano, passou a fazer parte do Ramal de Juiz de Fora (Nota: Não confundir com a Estação de Lima Duarte, no Ramal de mesmo nome, da E.F.C.B., com bitola de 1,60m e situada em outra localidade, hoje Município de mesmo nome).

Em seguida, teve seu nome alterado para Estação Água Limpa, nome que perdurou por algumas décadas. Com a criação do Distrito de Coronel Pacheco na década de 1950, a Estação recebeu este nome, quando houve uma decisão de Leopoldina em nomeá-la novamente com o dístico “Água Limpa”. Foi então feito um requerimento à Diretoria da Estrada de Ferro, que alterou em definitivo o nome para “Coronel Pacheco”, isso em 21 de agosto de 1957.

Com a erradicação do Ramal de Juiz de Fora, a Estação de Coronel Pacheco foi fechada em 1972, sendo demolida posteriormente.

Da Ferrovia em Coronel Pacheco só sobraram as pontes do antigo leito ferroviário, como o "Pontilhão da Lia" - a ponte da fazenda Brogotó - e outras localizadas na serra em direção à Estação Triqueda. 

Importante destacar a beleza da antiga serra de Coronel Pacheco até a Estação de Triqueda. No antigo leito ferroviário, próximo a Coronel Pacheco, outro pontilhão localizado em belíssimo cenário. Registros do amigo Carlos Henrique Barbosa.


Entre as belas pinturas artísticas, lembranças da Ferrovia em Coronel Pacheco.




Abaixo, mais alguns trechos sobre a ferrovia em Coronel Pacheco, do livro “REMINISCÊNCIAS DE CORONEL PACHECO”, de Asclepíades da Paixão Lucas:

Na página 30, uma citação à Ferrovia... “XXX- em 31 de janeiro de 1880, o povoado de Lima Duarte passou a denominar-se, com a sua elevação a Distrito, de Distrito de Água Limpa; mais tarde, com a Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau, formou-se como já dissemos, a Estação de Água Limpa, em Triqueda, sendo no princípio do povoado, de São Vicente de Paulo, devida à fazenda de São Vicente que foi de propriedade do Comendador Pedro Procópio Rodrigues Valle, depois de João Scarlatelli e esposa Sra. Zilda Procópio Scarlatelli, há alguns anos, hoje de seu filho Dr. Fernando Procópio Scarlatelli.”

Na página 25, mais uma citação à Ferrovia...  “A Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau foi iniciada em 2 de maio de 1881 e inaugurada a 4 de março de 1888, com a já estrada União Indústria passando pelo povoado de São Vicente – Lima Duarte, (Coronel Pacheco), em 1915, Leopoldina Railway, desativada em 1973 com o nome de Rede Ferroviária Federal S.A. Embora a denominação da Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau, se destinou a Rio Novo, por motivo do prestígio de um fazendeiro dizer que o trem matava o gado e punha fogo no pasto da fazenda. A Juiz de Fora-Piau chegaria até o povoado de Conceição do Formoso.”

Na página 31, outra citação à Ferrovia...  “LXXXI – Pelos anos de 1912-1915, viajava-se comumente de Piau a Coronel Pacheco a cavalo, passando na vargem, defronte à fazenda Santa Cecília, divisa Coronel Pacheco-Piau, levando a família dentro do carro-de-boi envolvido em esteira, com exceção da parte posterior, e coberto por outra, tendo no assoalho do carro um colchão para amaciar os solavancos da estrada de terra, mal conservada e hoje asfaltada, 1965-1983. Mesmo antes, 1950-1962, durante os meses de chuva, dificilmente poderia se trafegar para Juiz de Fora; a Leopoldina Railway vinha de Furtado de Campos, passava por Rio Novo e Goianá superlotada, não havendo, às vezes, uma só vaga; então, em caso de necessidade pegávamos os caminhões de leite procedentes do Piau sob a direção de Eloy Coelho ou de Tabuleiro com Benício Ventura, e vínhamos em cima das latas.”

Na página 91, outra citação à Ferrovia...  “CCXIV – Foi inaugurado em Triqueda “antiga estação de Água Limpa” pelo Sr. Prefeito Luiz Gonzaga de Souza, - dia 22/11/87, o Grupo Escolar Caetano de Souza. A Escola Rural muito bem acabada, apresenta um detalhe importante: a preocupação com o conforto, - muita área verde e piso de excepcional bom gosto.”


Na sequência abaixo, a bela ponte ferroviária, mais conhecida como "Pontilhão da Lia" em detalhes e nos dois sentidos, localizada bem na chegada a Coronel Pacheco vindo de Juiz de Fora.


Acima e abaixo, o visual no nível superior da ponte. Acima, o leito ferroviário sentido a Coronel Pacheco logo após passar pela ponte. Abaixo, sentido a Triqueda, onde um muro bloqueia o antigo leito.


Na sequência abaixo, subindo em direção a Triqueda, a outra bela ponte ferroviária em registros do amigo Carlos Henrique Barbosa, que observou detalhes de informações como data de construção e quilometragens gravadas na estrutura de sustentação da ponte.


quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Estação PARADA JOSUÉ - Descoberta de Carlos Henrique Barbosa em 2006 no Ramal de Juiz de Fora.

Acima, belo e histórico registro da Parada Josué feito por Carlos Henrique Barbosa em 2006. Será que ela ainda está lá? 

Abaixo, destaque para o dístico com o nome da Parada: JOSUÉ.





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Parada JOSUÉ 


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Município: Coronel Pacheco-MG

Ramal de Juiz de Fora: Km 265,627 (1960).

Altitude: 420 m.

Estação inaugurada em:  ?

Estive no local em: Ainda não visitei o local. Registros do amigo Carlos Henrique Barbosa.

Uso atual: Uso particular.  

Situação Atual – Ramal declarado erradicado, sem trilhos.

 

Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau (1884-1888)

E. F. Leopoldina (1888-1974)



HISTÓRICO: 

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O ramal de Juiz de Fora teve sua origem em duas ferrovias: a Cia. E. F. Ramal do Rio Novo, constituída em 1882 e arrendada no ano seguinte à Cia. União Mineira, que inaugurou o trecho entre Furtado de Campos, no então ramal de Serraria (Serraria-Guarani, da União Mineira) e a cidade de Rio Novo. Enquanto isto, em Juiz de Fora, constituiu-se em 1881 a Companhia Estrada de Ferro Juiz de Fora a Piau, que em 1884 entregou esse trecho, e, em 1888, o uniu a Rio Novo. Dois meses antes, em agosto, a ferrovia já tinha sido vendida à Leopoldina, que também estava de posse da União Mineira, unindo então o ramal de Rio Novo ao ramal de Piau, formando o ramal de Juiz de Fora. Nesta cidade, o novo ramal se entroncava com a Linha do Centro da E. F. Central do Brasil. A partir de 1896, no entanto, houve uma série de disputas judiciais no antigo ramal do Piau, finalmente só resolvidas em 1913 em favor da Leopoldina. O ramal de Juiz de Fora foi finalmente suprimido pela RFFSA em 8/9/1974. Segundo Hugo Caramuru, o último trem de passageiros no ramal saiu em 31/01/1972, dois anos e meio antes da supressão.”


A ESTAÇÃO:

Como já afirmei outras vezes, o Ramal de Juiz de Fora é um dos mais complexos Ramais da Leopoldina para pesquisas, resultado de inúmeras fusões de empresas ferroviárias.

O Ramal também possuía diversas “pequenas paradas”, como a Parada Josué, com pouquíssimos registros fotográficos e que não apareciam em todos os livros e documentos ferroviários, além de uma grande ocorrência de mudanças de nomes nas Estações devido às fusões já citadas acima. Eis que recebi recentemente do amigo Carlos Henrique Barbosa, registros da Parada Josué feitos por ele no já distante ano de 2006, quando ele percorreu grande parte do antigo leito ferroviário daquele Ramal encontrando a Parada.

Outro fator que prejudica as pesquisas sobre as Estações e Paradas do Ramal é que, das 14 delas, restaram apenas 04 ainda preservadas: Furtado de Campos, Rio Novo, Mussunguê (uso residencial) e Juiz de Fora. Não sei se o pequeno prédio da Parada Josué ainda existe.

Carlos Henrique Barbosa passou pela Parada Josué e traz seu relato:

“A Parada Josué era uma pequena Estação férrea pertencente à The Leopoldina Railway Company Ltda, situada na divisa entre as fazendas Aliança e Caramby. A Fazenda Caramby pertencia ao Coronel Josué Leite Ribeiro, importante proprietário rural da região, também dono da Fazenda Santa Clotilde, ambas localizadas no atual município de Coronel Pacheco (à época distrito de Água Limpa). A criação da Parada esteve diretamente ligada às necessidades de escoamento da produção de café e de suprimentos agrícolas das propriedades vizinhas. Como em outras localidades da Zona da Mata mineira, a chegada da ferrovia, ainda no final do século XIX, representou um marco para a integração econômica regional, possibilitando o envio da produção para o porto de Rio de Janeiro e, a partir daí, para o mercado internacional. Além de atender aos interesses das grandes fazendas, a Parada Josué também funcionava como ponto de embarque e desembarque de passageiros, ligando trabalhadores, imigrantes e moradores locais ao circuito ferroviário da E. F. Leopoldina.”


Mais um belo registro da Parada Josué em 2006.


domingo, 28 de setembro de 2025

ESTAÇÃO DONA AMÉRICA - Após grande reforma em 2025, transformada em Posto de Saúde e Agência dos Correios.

Um comparativo da Estação Dona América antes e depois da grande reforma em registros de Da Silva Junior e Paulo Neiva Pinheiro. Acima - 2025, reformada. Abaixo - 2021, antes da reforma.


Nas quatro fotos abaixo, a Estação Dona América em 2025, após a grande reforma. Registros de Da Silva Junior.


Outro comparativo da Estação Dona América antes e depois da grande reforma. Acima - 2025, reformada. Abaixo - 2021, antes da reforma.


Mais um comparativo da Estação Dona América antes e depois da grande reforma. Acima - 2025, reformada. Abaixo - 2021, antes da reforma.


Nas duas fotos abaixo, a Estação Dona América em 2021. Registros de Paulo Neiva Pinheiro.




Acima e abaixo, registros históricos da ferrovia na Estação Dona América.


Da Silva Junior na Estação Dona América, em 2025.


Paulo Neiva Pinheiro na Estação Dona América, em 2021.





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Estação DONA AMÉRICA 


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Município: Mimoso do Sul-ES

Linha Do Litoral - Km 398,329 (1960)

Altitude: 62 m

Estação inaugurada em: 01 de abril de 1895

Estive no local em:  Ainda não visitei a Estação. Fotos dos amigos Paulo Neiva Pinheiro e Da Silva Junior.

Uso atual: Posto de Saúde e Agência dos Correios.

Situação Atual – Tráfego suspenso. Os trilhos ainda estão por lá. 


E. F. Leopoldina ( 1895-1975)

RFFSA (1975-1996)

FCA (1996 - ...)





HISTÓRICO DA LINHA: 

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...  “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória. A partir de 1996 a linha funcionou para cargueiros por mais alguns anos sendo operada pela FCA. ”


A ESTAÇÃO:

Paulo Neiva Pinheiro esteve na Estação Dona América em 2021 trazendo seu relato...

“A Estação Dona América estava de pé em 2021 quando visitei a localidade, que é muito bucólica. A localidade hoje é um distrito do município de Mimoso do Sul. No início de novembro de 1931 ocorreu um desastre com um Trem da Leopoldina entre esta Estação e a anterior, de Itabapoana (hoje Ponte de Itabapoana). A revista O Cruzeiro, de 14 de novembro de 1931 o noticiou e fotografou, mas infelizmente não consegui uma cópia da reportagem. Tirei fotos de alguns prédios na localidade que são de período que a ferrovia funcionava.” 


Da Silva Junior esteve na Estação Dona América em agosto de 2025 trazendo seu relato...

“Construída na Fazenda de São Domingos - Terra do Cel. Terra Lima - dona América seria a esposa desse coronel, fazenda que era grande produtora de café e outros produtos agrícolas. A fazenda produzia, segundo o relatório da Cia Leopoldina Railway por Edmundo Siqueira, em 1938 produzia 50.000 arrobas 15 Kilogramas X 750,000 KG de café. Hoje a Estação virou posto de saúde com uma porta Agência dos Correios preservada no distrito de Mimoso do Sul.”


"A primeira Estação (Dona América, inaugurada em 1895), projetada nas imediações da fazenda de S. Domingos, quilômetro 12.200 pode fornecer em café 50.000 arrobas de 15 quilogramas, ou 750.000 quilogramas. As fazendas vizinhas são todas muito importantes e em plena produção. O arraial de S. Pedro do Alcântara, situado acima do ribeirão do mesmo nome, 12 ou 15 quilômetros, tem já uma boa via de comunicação para o local da estação projetada." (Edmundo Siqueira, Resumo Histórico da Leopoldina Railway, 1938, transcrição da época da construção da linha e da estação no final do século XIX). 



Na sequência abaixo, a Estação Dona América em detalhes. Registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021, antes da grande reforma.















Na sequência abaixo, alguns prédios históricos dos tempos da ferrovia próximos à Estação Dona América.
Acima e abaixo, a mesma edificação em 2021 e 2025.





Abaixo, desta antiga edificação só sobraram ruínas.