Acima e na sequência abaixo, a Estação de Jundiá, abandonada em ruínas.
E esses dois anexos construídos próximos da Estação: Seriam a
Casa do Agente da Estação e banheiro?
Sem trilhos ao lado da Estação, mas ainda era possível
encontrá-los nas proximidades.
A Estação fica dentro da fazenda Jundiá.
Cenário da região onde estão localizadas a fazenda e a Estação.
Paulo Neiva Pinheiro e as ruínas da Estação de Jundiá.
Estação JUNDIÁ
rocha-leao
Município: Rio das Ostras–RJ
Linha do Litoral – Km 198,598
Altitude: ?
Estação inaugurada em: 04 de novembro de 1888
Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.
Uso atual: Abandonada, em ruínas.
Situação Atual – Tráfego suspenso, com trilhos nas proximidades.
Cia. Ferrocarril Niteroiense (1871-1887)
E. F. Leopoldina (1887-1975)
RFFSA (1975-1996)
FCA (1996 - ...)
HISTÓRICO DA LINHA:
Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht... “O que mais tarde foi chamada "Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em 1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia construído e entregue o trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA desde 1996. No início dos anos 80 deixaram de circular os trens de passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória.”
A ESTAÇÃO:
Segundo o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...
"A Estação foi inaugurada em 1888.
'(...)
Nota-se ainda, a partir da década de 1920, o crescimento da localidade de
Jundiá, originada de terras de João Furtado de Mendonça e de José Fernandes
Dantas, onde a The Leopoldina Railway construiu uma parada ferroviária e
explorou uma pedreira, chegando o local a possuir armarinhos, botequins,
farmácia, quitanda e até uma escola municipal denominada Brito Pereira
(...)'.
O prédio ainda está de pé, em ruínas, dando sinais de que já foi utilizado como moradia. Ainda tem o dístico, embora apagado."
O amigo Paulo Neiva Pinheiro visitou a Estação JUNDIÁ em 2022, quando fez as fotos aqui apresentadas trazendo seu relato...
“A
Estação está dentro de uma fazenda, portanto para acessá-la e fotografá-la
requer autorização do proprietário. No dia que a visitei quem me atendeu foi o
caseiro, muito gentil por sinal. A localidade nos dias de hoje é um deserto
total, sem casas ou comércios nas proximidades. Chega a ser difícil de
acreditar que o Trem passava e fazia parada por ali.”
Abaixo, em 2012 a Estação de Jundiá já estava abandonada e em ruínas, como pode ser visto nas três fotos Bernardo Oberg.





















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