Acima e abaixo, a Estação de Alcântara em dois tempos. Acima, a Estação em 2009, quando ainda era possível identificá-la com clareza, bem como ver dos trilhos da Linha do Litoral - Foto Cleiton Pieruccini.
Abaixo, a Estação pouco tempo depois, em 2010, já com o mato começando a tomar conta de tudo - Foto
de Carlos Latuff.
Paulo Neiva esteve na Estação de Alcântara em 2022: "Esta é a parte de trás da Estação. Não tive acesso ao outro lado para que pudesse ver a plataforma."
O dístico escrito “Lampadosa” está ali, mas não consegui o ângulo ideal para fotografar.
Prédio construído em 1927, a Estação estava servindo de moradia em 2022.
A Estação em 1934. O prédio era diferente do atual. Ou teria
sido reformado e diminuído? Revista da Semana, 14/4/1934.
Ao lado tem uma oficina mecânica. Como era domingo, não
consegui entrar para umas fotos mais nítidas do dístico com o nome “Lampadosa”. Gostaria muito de ter acessado o outro lado, onde fica a
plataforma e sua cobertura.
guaxindiba
laranjal
Estação ALCÂNTARA
Antiga Pedro de Alcântara e Lampadosa
são-miguel
são-gonçalo
Município: São Gonçalo–RJ
Linha do Litoral – Km 92,843
Altitude: ?
Estação inaugurada em: 09 de julho de 1927
Estive no local em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro; Cleiton Pieruccini e Carlos Latuff.
Uso atual: Servido de moradia.
Situação Atual – Sem os trilhos, tráfego suspenso.
E. F. Leopoldina (1927-1975)
RFFSA (1975-1984)
CBTU (1984-1994)
Flumitrens (1994-1998)
CENTRAL (1998-2007)
HISTÓRICO:
Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht... O que mais tarde foi chamada
"Linha do Litoral" foi construída por diversas companhias, em épocas
diferentes, empresas que acabaram sendo incorporadas pela Leopoldina até a
primeira década do século XX. O primeiro trecho, Niterói-Rio Bonito, foi
entregue entre 1874 e 1880 pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, constituída em
1871, e depois absorvida pela Cia. E. F. Macaé a Campos. Em 1887, a Leopoldina
comprou o trecho. A Macaé-Campos, por sua vez, havia consttuído e entregue o
trecho de Macaé a Campos entre 1874 e 1875. O trecho seguinte, Campos-Cachoeiro
do Itapemirim, foi construído pela E. F. Carangola em 1877 e 1878; em 1890 essa
empresa foi comprada pela E. F. Barão de Araruama, que no mesmo ano foi vendida
à Leopoldina. O trecho até Vitória foi construído em parte pela E. F. Sul do
Espírito Santo e vendido à Leopoldina em 1907. Em 1907, a Leopoldina construiu
uma ponte sobre o rio Paraíba em Campos, unindo os dois trechos ao norte e ao
sul do rio. A linha funciona até hoje para cargueiros e é operada pela FCA
desde 1996. No início dos anos 1980 deixaram de circular os trens de
passageiros que uniam Niterói e Rio de Janeiro a Vitória. Em 2007 desapareceram
os trens que ainda ligavam Niterói a Visconde de Itaboraí.”
A
ESTAÇÃO:
Ainda não visitei a Estação de Alcântara, mas os amigos e grandes colaboradores de nossa página Paulo Neiva Pinheiro; Cleiton Pieruccini e Carlos Latuff enriqueceram esta matéria com belas fotos.
Segue abaixo o relato de Paulo Neiva Pinheiro sobre sua visita à ESTAÇÃO ALCÂNTARA em 2022, quando fez as fotos aqui apresentadas...
“A Estação de Pedro de Alcântara foi
inaugurada em 1927. Depois se tornou somente “Alcântara”. Também chegou a se
chamar “Lampadosa”. Em 2022 visitei o local da Estação que serve hoje como
moradia. Só se consegue acessar a parte de trás da Estação; a parte onde tem a
plataforma e a cobertura de um lado muraram e do outro lado está completamente
tomada pelo mato. Eu cheguei ir bem próximo a ela, mas chegou um ponto que era
impossível prosseguir, pois o mato estava muito alto e havia lama em um ponto.
Foi o que me fez voltar de onde tinha vindo, um pontilhão sobre o Rio Alcântara
no qual tive de passar e ainda passar por cercas de arame farpado. É isso
mesmo, cercaram o antigo leito ferroviário com arame de um lado e fizeram um
muro do outro! Eu consegui visualizar o antigo nome “Lampadosa” no dístico, mas
infelizmente não tive como fotografar pois o ângulo não permitia.”
Aqui, um pontilhão sobre Rio Alcântara, tomado de
esgoto.
Restos de dormentes do antigo leito ferroviário. Os trilhos já foram todos arrancados.
Fim da linha - Daqui para frente foi impossível prosseguir,
pois a região aqui é pantanosa e eu teria de andar por dentro da lama. Daí,
decidi retornar.
















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