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sábado, 17 de janeiro de 2026

ESTAÇÃO MORRO GRANDE - Era a primeira parada do Ramal partindo de Cachoeiro de Itapemirim.

Acima, belíssimo registro de Alex Rossi onde vemos a ainda bela Estação de Morro Grande e o antigo leito ferroviário em 2017.

Abaixo, outro belíssimo registro onde vemos a Estação de Morro Grande ainda em atividade, do acervo de Edson Honorato.


Abaixo, a Estação de Morro Grande em dois belos registros de Da Silva Junior feitos no cair da noite em 2020.



Nas três fotos abaixo, a Estação de Morro Grande com o beiral do telhado já comprometido em registros de Da Silva Junior feitos em 2021.




Abaixo, a Estação de Morro Grande em 2003. Foto de Gladstone Rubim.


Abaixo, saída da Composição do 480 GGR no Pátio da Estação Ferroviária Morro Grande - Cachoeiro do Itapemirim ES carregada de Calcário rumo ao 634 - GAR Argolas VV.






Estação MORRO GRANDE 


Município - Cachoeiro de Itapemirim-ES
Ramal Sul do Espírito Santo: Km 486,843 (1960).
Altitude:  ?
Estação inaugurada em:  ?
Visitei a Estação em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Da Silva Junior; Alex Rossi; Gladstone Rubim; Edson Honorato e Marcos A. Farias.
Uso atual: Desconhecido.
Situação Atual – Tráfego suspenso. Com trilhos cobertos pelo mato.


E. F. Leopoldina ( ? - 1975)
RFFSA (1975-1996)
FCA (1996-2007)




HISTÓRICO DA LINHA:

O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na Estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26 de outubro de 1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05 de novembro de 1971. Sobram ainda trilhos desde Cachoeiro até próximo à Estação de Coutinho, para transportar mármore e granito das diversas serrarias dessas pedras que existem na região.

 

A ESTAÇÃO:

Partindo de Cachoeiro de Itapemirim pelo Ramal Sul do Espírito Santo, a primeira parada era a Estação de Morro Grande. Apesar da erradicação do Ramal no começo dos anos 1970, os trilhos foram mantidos entre Cachoeiro e até próximo à Estação de Coutinho, sendo usados para o transporte de mármore e granito das diversas empresas de lapidação dessas pedras que existiam ao longo dos trilhos. 

Em 2005, o trecho inicial do Ramal ainda estava operante. Aliás, houve um período em que a Estação de Morro Grande teve uma importância muito maior do que no passado, pois foi incorporada em 1995 à variante que fez a ferrovia passar por fora da cidade de Cachoeiro de Itapemirim sendo seu principal pátio principal ferroviário, mas a Estação mantinha o seu nome original. Mas em 2007, a Estação foi desativada, não servindo mais à FCA e o Pátio vendido às empresas da Região.

Da Silva Junior visitou a Estação de Morro Grande em duas oportunidades: 2020 e 2021, trazendo as fotos aqui apresentadas, além das demais fotos dos amigos da página que enriquecem esta matéria.



Acima e abaixo, a Estação de Morro Grande em dois belos registros de Marcos A. Farias feitos em 2005.


Abaixo, a Estação de Morro Grande em mais três belos registros de Da Silva Junior feitos no cair da noite em 2020.




Abaixo, belo registro dos tempos da RFFSA. Autor desconhecido.

Na sequência abaixo, a Estação de Morro Grande com o beiral do telhado já comprometido em registros de Da Silva Junior feitos em 2021.






Abaixo, a Estação de Morro Grande em outro belo registro. Data desconhecida.


Abaixo, o mais antigo registro fotográfico da Estação de Morro Grande, provavelmente anos 1950. Foto da página estacoesferroviarias. 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ESTAÇÃO COUTINHO - Bifurcação do Ramal Sul do Espírito Santo com o Ramal de Castelo.

Acima, belíssimo e histórico registro de data e autor desconhecido, vendo-se a Estação de Coutinho; a Casa de Turma; a Caixa d'água e o antigo leito ferroviário ainda não transformado em rua.

Abaixo, dois registros em ângulo aproximado ao da foto acima. Um de Da Paulo Neiva Pinheiro feito em 2021 e outro de Da Silva Junior feito em 2020.




Acima e abaixo, a Estação de Coutinho em dois belíssimos registros. O de Paulo Neiva Pinheiro feito em 2021; o de Da Silva Junior feito em 2020.


Abaixo, três registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021.




Na sequência abaixo, históricos registros de Paulo Henrique Thiengo, onde vemos a Estação; a Caixa d'água; a Casa de Turma e os trilhos do antigo leito ferroviário.





Da Silva Junior e a Estação de Coutinho em 2020.


Paulo Neiva Pinheiro e a Estação de Coutinho em 2021.




vala-do-souza
cristal
flora
pacotuba
sao-joao-da-mata

Estação COUTINHO

Antiga Matozinhos

morro-grande




Saída para o Ramal de Castelo

conduro
araçui



Município - Cachoeiro de Itapemirim-ES
Ramal Sul do Espírito Santo: Km 495,000 (1960).
Altitude: 69m
Estação inaugurada em: 16 de setembro de 1887.
Visitei a Estação em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Da Silva Junior; Paulo Neiva Pinheiro; Paulo Henrique Thiengo e Marcos A. Farias.
Uso atual: Moradia Familiar.
Situação Atual – Ramal erradicado. Sem trilhos.


Cia. Lloyd Brasileiro (1887-1898)
Espírito Santo and Caravellas Ry. Co. Lmtd. (1898-1907)
E. F. Leopoldina (1907-1967)


HISTÓRICO DA LINHA:

O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na Estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26 de outubro de 1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05 de novembro de 1971. Sobram ainda trilhos desde Cachoeiro até próximo à Estação de Coutinho, para transportar mármore e granito das diversas serrarias dessas pedras que existem na região.

 

A ESTAÇÃO:

Segundo o site http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_2/coutinho.htm a Estação de Matosinhos, homenagem a um dos donos originais da ferrovia, foi aberta em 1887, sendo ela a bifurcação da linha que, vindo de Cachoeiro do Itapemirim, seguia ao norte para Castelo - Ramal do Castelo - e para noroeste - Ramal de Alegre. A compra dos Ramais pela Leopoldina em 1908 acabou por prolongar a linha de Alegre até Espera Feliz-MG, já na Linha do Manhuaçu, em Minas Gerais, onde chegou cinco anos depois. Nos anos 1940, a Estação teve o nome alterado para Estação Coutinho. Trens de passageiros circularam por Coutinho até o final dos anos 1960, mas, antes disso, em 1963, o Ramal de Castelo já havia sido fechado. O Ramal saía de um pouco antes da Estação de Coutinho, cruzando um rio que existe em frente e que não é visto em nenhuma fotografia. Da ponte restam somente os pilares. Da ferrovia sobraram ainda uma Casa de Turma e a Caixa d'água. A Estação em 2008 servia como moradia, onde vivia o Sr. Silvio, ferroviário aposentado.


Acima e abaixo, a Estação de Coutinho em dois belos registros de Marcos A. Farias feitos em 2005.


Na sequência abaixo, a Estação de Coutinho em registros de Da Silva Junior feitos em 2020.






Na sequência abaixo, a Estação de Coutinho em registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021.












Abaixo, a Estação de Coutinho em mais três registros de Marcos A. Farias feitos em 2005.