terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ESTAÇÃO COUTINHO - Bifurcação do Ramal Sul do Espírito Santo com o Ramal de Castelo.

Acima, belíssimo e histórico registro de data e autor desconhecido, vendo-se a Estação de Coutinho; a Casa de Turma; a Caixa d'água e o antigo leito ferroviário ainda não transformado em rua.

Abaixo, dois registros em ângulo aproximado ao da foto acima. Um de Da Paulo Neiva Pinheiro feito em 2021 e outro de Da Silva Junior feito em 2020.




Acima e abaixo, a Estação de Coutinho em dois belíssimos registros. O de Paulo Neiva Pinheiro feito em 2021; o de Da Silva Junior feito em 2020.


Abaixo, três registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021.




Na sequência abaixo, históricos registros de Paulo Henrique Thiengo, onde vemos a Estação; a Caixa d'água; a Casa de Turma e os trilhos do antigo leito ferroviário.





Da Silva Junior e a Estação de Coutinho em 2020.


Paulo Neiva Pinheiro e a Estação de Coutinho em 2021.




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cristal
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Estação COUTINHO

Antiga Matozinhos


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cachoeiro-de-itapemirim



Saída para o Ramal de Castelo

conduro


Município - Cachoeiro de Itapemirim-ES
Ramal Sul do Espírito Santo: Km 495,000 (1960).
Altitude: 69m
Estação inaugurada em: 16 de setembro de 1887.
Visitei a Estação em: Ainda não visitei a Estação. Fotos de Da Silva Junior; Paulo Neiva Pinheiro; Paulo Henrique Thiengo e Marcos A. Farias.
Uso atual: Moradia Familiar.
Situação Atual – Ramal erradicado. Sem trilhos.


Cia. Lloyd Brasileiro (1887-1898)
Espírito Santo and Caravellas Ry. Co. Lmtd. (1898-1907)
E. F. Leopoldina (1907-1967)


HISTÓRICO DA LINHA:

O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na Estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26 de outubro de 1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05 de novembro de 1971. Sobram ainda trilhos desde Cachoeiro até próximo à Estação de Coutinho, para transportar mármore e granito das diversas serrarias dessas pedras que existem na região.

 

A ESTAÇÃO:

Segundo o site http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_2/coutinho.htm a Estação de Matosinhos, homenagem a um dos donos originais da ferrovia, foi aberta em 1887, sendo ela a bifurcação da linha que, vindo de Cachoeiro do Itapemirim, seguia ao norte para Castelo - Ramal do Castelo - e para noroeste - Ramal de Alegre. A compra dos Ramais pela Leopoldina em 1908 acabou por prolongar a linha de Alegre até Espera Feliz-MG, já na Linha do Manhuaçu, em Minas Gerais, onde chegou cinco anos depois. Nos anos 1940, a Estação teve o nome alterado para Estação Coutinho. Trens de passageiros circularam por Coutinho até o final dos anos 1960, mas, antes disso, em 1963, o Ramal de Castelo já havia sido fechado. O Ramal saía de um pouco antes da Estação de Coutinho, cruzando um rio que existe em frente e que não é visto em nenhuma fotografia. Da ponte restam somente os pilares. Da ferrovia sobraram ainda uma Casa de Turma e a Caixa d'água. A Estação em 2008 servia como moradia, onde vivia o Sr. Silvio, ferroviário aposentado.


Acima e abaixo, a Estação de Coutinho em dois belos registros de Marcos A. Farias feitos em 2005.


Na sequência abaixo, a Estação de Coutinho em registros de Da Silva Junior feitos em 2020.






Na sequência abaixo, a Estação de Coutinho em registros de Paulo Neiva Pinheiro feitos em 2021.












Abaixo, a Estação de Coutinho em mais três registros de Marcos A. Farias feitos em 2005.




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