domingo, 16 de março de 2025

ESTAÇÃO USINA CORRÊA - De lá partia toda a produção de café de Santa Maria Madalena.

 Acima, o grande prédio da Estação Usina Corrêa, por onde escoava toda a produção de café de Santa Maria Madalena.

Em outro ângulo, a Estação com sua Plataforma.


A Estação é bem diferente das demais do mesmo Ramal.


Mas que maravilhoso achado!


A cobertura da Plataforma forrada e com suas luminárias originais de época.


Ao lado da Estação, o grande Armazém de Café do IBC - Instituto Brasileiro do Café - onde se guardava todo o café produzido em Santa Maria Madalena.Acima e abaixo, o grande Armazém de Café do IBC.


Mais uma importante descoberta de Paulo Neiva Pinheiro.




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Estação USINA CORRÊA


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Município: Santa Maria Madalena-RJ

Ramal Sta. Maria Madalena - Km 358,873 (1960)

Altitude:  623 m

Estação inaugurada em:  ?

Estive no local em:  Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Base da Defesa Civil e Parque de Exposições. 

Situação Atual – Ramal erradicado, sem trilhos. 

 

E. F. Santa Maria Madalena (1891-1907)

E. F. Leopoldina (1907-1963)




HISTÓRICO DA LINHA: 

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...

“O Ramal que ligava Entroncamento (Conde de Araruama) a Ventania (Trajano de Moraes) teve a linha entregue em 1878 até Conceição e no ano seguinte até Triunfo (Itapuá) e Ventania, pela E. F. Barão de Araruama. Somente em 1896, já com as linhas de posse da Leopoldina, foi entregue a continuação até Visconde do Imbé e em 1897 a Manoel de Morais. Antes disso, em 1891, o engenheiro Ambrosino Gomes Calaça havia aberto uma linha entre Ventania e Santa Maria Madalena, estabelecendo outro Ramal. Logo após a inauguração, a linha foi vendida à E. F. Santa Maria Madalena, e em 1907 à Leopoldina. Dependendo da época, a Linha Principal era Conde de Araruama-Madalena, ou Conde de Araruama-Manoel de Morais, com o outro trecho sendo o Ramal, ou seja, passando por baldeação ou espera em Trajano de Moraes. Em 31/08/1965, o trecho a partir de Triunfo foi suprimido para trens de passageiros, ou seja, o entroncamento de Trajano de Moraes já não era alcançado. Em 1966 ou 1967, o que restava do Ramal acabou de vez. Ficou, entretanto, o trecho entre Conde de Araruama e Conceição de Macabu ainda funcionando para a Usina Victor Sence, até o início dos anos 1990. Com a sua desativação, os trilhos foram arrancados.” 


A ESTAÇÃO:

Em viagem de pesquisas pelos caminhos da E. F. Leopoldina o amigo Paulo Neiva Pinheiro percorreu o Ramal de Santa Maria Madalena chegando a mais uma grande descoberta: Estação USINA CORRÊA-RJ. 

Sim!!! 

Uma grande Estação onde era escoada toda a produção de café de Santa Maria Madalena! Vamos ao relato de Paulo Neiva sobre mais uma importante descoberta...

“A Estação Usina Corrêa está muito bem preservada e fica localizada dentro Parque de Exposições da cidade, onde também está a base da Defesa Civil local. Não consegui descobrir a data de sua inauguração. Na verdade, nem sabia que a Estação ainda estava de pé. O prédio fica bem de frente de um enorme armazém do IBC (Instituto Brasileiro do Café). Ou seja, toda a produção cafeeira da cidade vinha pra cá. Chegavam no grande Armazém através de carros e carroças e daqui eram escoadas para os grandes centros através da ferrovia e da Estação Ferroviária Usina Corrêa. Creio que funcionava por aqui algum processamento ou beneficiamento desse café também, por isso o nome Usina Corrêa. Na verdade trata-se de mais um grandioso achado. Não existem fotos dessa Estação disponíveis na Internet, mas graças ao livro G1- Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960 onde ela está listada, consegui chegar até ela. Foi uma grata surpresa ter achado essa preciosidade que poucos têm conhecimento de ainda existir e estar de pé.”


Mas que maravilhoso achado!


Olha aí a Estação com sua Plataforma.


O prédio da Estação parece ter uma espécie de sótão.


O prédio da Estação visto de fora.


A plataforma também ainda está lá.


As luminárias originais de época fixadas na cobertura da plataforma de embarque.


Este é o grande Armazém de Café do IBC, onde se guardava todo o café produzido em Santa Maria Madalena.


Prédio do Armazém do IBC visto de fora.


O grande Armazém de Café do IBC.



Na sequência abaixo, mais alguns registros mostrando detalhes da antiga Estação Usina Corrêa.








Prédio do Armazém do IBC visto de fora. Hoje no local funciona o Parque de Exposições.



quinta-feira, 13 de março de 2025

ESTAÇÃO DR. LORETI - Mais uma Estação que infelizmente não existe mais.

Acima, importante registro fotográfico do acervo de Mário Guimarães onde vemos três prédios históricos: a Estação de Dr. Loreti à esquerda; a Escola ao centro; o Coreto e a Casa do Chefe da Estação à direita.

Abaixo, a praça e a Escola, que aparece na foto acima com um veículo estacionado em frente.


Residência que por sua arquitetura e localização - bem em frente à Escola - pode ter sido a antiga Casa do Chefe da Estação, também vista na foto antiga que abre a matéria.


E o Coreto, que também aparece na foto antiga.


Belíssimo e histórico registro fotográfico da Estação de Dr. Loreti, vendo-se a Capela lá atrás, no alto do morro.

A Capela da comunidade. Foi de lá que fizeram a foto que abre esta matéria.


Paulo Neiva em frente ao mais provável local onde ficava a antiga Estação de Dr. Loreti.





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Estação DOUTOR LORETI


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Município: Santa Maria Madalena-RJ

Ramal Sta. Maria Madalena - Km 342,013 (1960)

Altitude:  579 m

Estação inaugurada em: ?

Estive no local em:  Ainda não visitei a Estação. Fotos de Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Demolida. 

Situação Atual – Ramal erradicado, sem trilhos. 

 

E. F. Santa Maria Madalena (1891-1907)

E. F. Leopoldina (1907-1963)


HISTÓRICO DA LINHA: 

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...

“O Ramal que ligava Entroncamento (Conde de Araruama) a Ventania (Trajano de Moraes) teve a linha entregue em 1878 até Conceição e no ano seguinte até Triunfo (Itapuá) e Ventania, pela E. F. Barão de Araruama. Somente em 1896, já com as linhas de posse da Leopoldina, foi entregue a continuação até Visconde do Imbé e em 1897 a Manoel de Morais. Antes disso, em 1891, o engenheiro Ambrosino Gomes Calaça havia aberto uma linha entre Ventania e Santa Maria Madalena, estabelecendo outro Ramal. Logo após a inauguração, a linha foi vendida à E. F. Santa Maria Madalena, e em 1907 à Leopoldina. Dependendo da época, a Linha Principal era Conde de Araruama-Madalena, ou Conde de Araruama-Manoel de Morais, com o outro trecho sendo o Ramal, ou seja, passando por baldeação ou espera em Trajano de Moraes. Em 31/08/1965, o trecho a partir de Triunfo foi suprimido para trens de passageiros, ou seja, o entroncamento de Trajano de Moraes já não era alcançado. Em 1966 ou 1967, o que restava do Ramal acabou de vez. Ficou, entretanto, o trecho entre Conde de Araruama e Conceição de Macabu ainda funcionando para a Usina Victor Sence, até o início dos anos 1990. Com a sua desativação, os trilhos foram arrancados.” 


A ESTAÇÃO:

Em viagem de pesquisas pelos caminhos da E. F. Leopoldina o amigo Paulo Neiva Pinheiro percorreu o Ramal de Santa Maria Madalena chegando a DR. LORETI-RJ. Infelizmente a antiga Estação também não existe mais. Vamos ao relato de Paulo Neiva sobre mais uma importante visita...

“A Estação de Dr. Loreti ficava no distrito que inicialmente era denominado São João da Vênia que, pelo decreto-lei estadual nº 1445 de 31-07-1915, passou a denominar-se Doutor Loreti. Hoje é um distrito de Santa Maria Madalena (Fonte site do IBGE). O Trem parou de passar em Doutor Loreti em 1965. Não sei a data em que sua Estação foi demolida. O bucólico lugarejo na subida da serra para Trajano de Moraes parece uma cidadezinha que parou no tempo. O lugarejo tem um pequeno coreto na sua entrada, uma escola que parece estar abandonada, um pequeno posto dos correios, uma pracinha e pouquíssima gente na rua. Mais adiante um pouco fica um pontilhão bem alto sobre o Rio do Imbé que transformaram em ponte rodoviária. Não achei a sua data de inauguração, mas segundo o livro ‘Resumo histórico de The Leopoldina Railway Co. Ltd.’ De Edmundo Siqueira o prolongamento da linha de Trajano de Moraes (São João Evangelista da Ventania) até Santa Maria Madalena se deu em 1891, período em que possivelmente a Estação de Dr. Loreti também foi inaugurada (mesmo ano de Inauguração da Estação de Trajano de Moraes).”


Sobre o 4º Distrito de Santa Maria Madalena, Paulo Neiva encontrou importantes e históricas informações na Casa de Cultura, que funciona na antiga Estação Ferroviária da cidade:

DOUTOR LORETI - 4º DISTRITO

“O 4° distrito do município de Santa Maria Madalena foi criado com a denominação de São João Evangelista da Ventania, desmembrado do município de São Francisco de Paula, que em 1938 passou a denominar Trajano de Moraes. Em 28 de janeiro de 1944, pelo Decreto Estadual n° 1455, a sede do 4° distrito passou a ter a denominação DR LORETI, em homenagem ao Doutor Loreti, que foi Vereador e Promotor Público em Santa Maria Madalena, de grande influência nas questões políticas e sociais do município. O distrito possuía a Estação Ferroviária, grande comércio, banda de música e grandes fazendas rurais, destacando-se a Fazenda Boa Vista, a primeira no Estado Rio de Janeiro a ter uma fábrica de laticínios e fábrica de formicida, pertencente ao Coronel Virgílio Fortes, Coronel Mendo de Sá Barreto Sampaio, sendo este o precursor da instalação da fábrica de laticínios. Após seu falecimento, a fazenda passou a ser administrada pelos seus descendentes Elzir Feijó Sampaio, Cláudio Feijó Sampaio e por último o Dr. José Octaviano de Souza. Atualmente é administrada por Roberto Sampaio de Sousa. Por motivo de inventário a fazenda Boa Vista foi dividida e criada, então, a Fazenda da Paz, que passou a pertencer definitivamente a Cláudio Feijó Sampaio. É um dos distritos em maior porção territorial, abrange a localidade de Manuel de Moraes, nome em homenagem ao Coronel Manuel de Moraes, mas conhecido como Neco Moraes, irmão do Visconde de Imbé. Se esforçaram e muito para a construção da Estação Ferroviária e a vinda do Trem da Leopoldina até a localidade. Insistiram ainda no prolongamento da linha férrea Manuel de Moraes-Córrego dos Índios, ligando a outra linha ferroviária: a de Macuco (Obra iniciada, mas não acabada). Uma grande benfeitora para a localidade foi a Senhora HONESTALDA DE MORAES MARTINS, que no inventário de seus bens, transitado na Comarca de Trajano de Moraes, doou partes de suas terras para construção da Capela Santa Terezinha e para, em lotes, o povoamento de Manuel de Moraes. Outro grande benfeitor foi o ruralista Senhor HÉLIO DE SOUZA MARTINS que, com intuito do progresso da localidade, também doou terras para construção da Escola Municipalizada, que leva seu nome, a Usina de Asfalto e muito mais”. Casa de Cultura de Santa Maria Madalena.

O Coreto, vendo-se a Capela ao fundo.


A última viagem no Ramal com o Trem partindo da Estação de Santa Maria Madalena foi relatada nove anos depois do fim por um escritor local:

"Lembro-me bem do derradeiro dia em que o Trem deixou a Estação. Com sonoro e melancólico toque do sino é dada a saída precisamente às 6 horas e 20 minutos. Muita gente lá estava para a despedida. Vagarosamente vai deslizando pelos trilhos até a curva da chácara do Américo Lima. Aí faz uma paradinha, ouvindo-se um agudo e angustioso apito, fazendo de conta como se fosse um adeus para sempre. E lá se foi pela estrada afora, deixando uma baforada de fumaça que pouco a pouco foi desaparecendo. O carro misto de 1a e 2a classe estava todo ornamentado de hortênsias azuis e rosas, repleto de passageiros. Por onde ele passou: Loreti, Trajano de Moraes, Leitão da Cunha, o trecho da serra, vendo-se lá embaixo o rio Triunfo e o Conceição; as manifestações de despedida foram as mais sentidas e expressivas (...)" (Octavio Fajardo Rodrigues, 1975). 


Num mesmo cenário, em primeiro plano à direita, o provável local da antiga Estação; o Coreto e a Capela ao fundo, no alto.


 O mais provável local da antiga Estação de Dr. Loreti.


 O Coreto em outro ângulo.

Placa de um albergue que fica no antigo leito ferroviário indo para Santa Maria Madalena.



Na localidade ainda encontramos muitos pedaços de trilhos em usos diversos. 

Nas três fotos abaixo, o antigo pontilhão ferroviário sobre o Rio Imbé, hoje usado como ponte rodoviária.  Essa ponte é chamada pelos moradores da localidade como "ponte de ferro".

Olha a altura desse pontilhão! Os pilares foram construídos com pedras do próprio rio que passa embaixo.


O pontilhão ferroviário chamado de ponte de ferro visto nos dois sentidos, hoje usado como ponte rodoviária após receber acabamento em concreto.



terça-feira, 11 de março de 2025

Estação PARADA PAZ - Mais uma descoberta de Paulo Neiva no Ramal de Santa Maria Madalena.

 Parada Paz - Uma verdadeira relíquia ainda de pé!

A Parada Paz e o Armazém de Cargas - O leito ferroviário passava no meio de ambas.



Acima e abaixo, construíram um puxadinho ao lado da parada que funcionou como bar e atualmente está fechado.



Acima e abaixo, o antigo Armazém de Cargas está bem deteriorado, mas ainda resiste no local, só não sabemos por quantos anos mais.

Paulo Neiva e mais uma descoberta: a Parada Paz e seu Armazém de Cargas. 




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Parada PAZ

Antiga Formicida


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Município: Trajano de Moraes-RJ 

Ramal Sta. Maria Madalena - Km 339,454 (1960)

Altitude: 656 m

Estação inaugurada em:  ?

Estive no local em:  Ainda não visitei a Estação. Fotos do amigo Paulo Neiva Pinheiro.

Uso atual: Uso particular.

Situação Atual – Ramal erradicado, sem trilhos. 

 

E. F. Santa Maria Madalena (1891-1907)

E. F. Leopoldina (1907-1963)



HISTÓRICO DA LINHA: 

Conforme cita o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht...

“O Ramal que ligava Entroncamento (Conde de Araruama) a Ventania (Trajano de Moraes) teve a linha entregue em 1878 até Conceição e no ano seguinte até Triunfo (Itapuá) e Ventania, pela E. F. Barão de Araruama. Somente em 1896, já com as linhas de posse da Leopoldina, foi entregue a continuação até Visconde do Imbé e em 1897 a Manoel de Morais. Antes disso, em 1891, o engenheiro Ambrosino Gomes Calaça havia aberto uma linha entre Ventania e Santa Maria Madalena, estabelecendo outro Ramal. Logo após a inauguração, a linha foi vendida À E. F. Santa Maria Madalena, e em 1907 à Leopoldina. Dependendo da época, a Linha Principal era Conde de Araruama-Madalena, ou Conde de Araruama-Manoel de Morais, com o outro trecho sendo o Ramal, ou seja, passando por baldeação ou espera em Trajano de Moraes. Em 31/08/1965, o trecho a partir de Triunfo foi suprimido para trens de passageiros, ou seja, o entroncamento de Trajano de Moraes já não era alcançado. Em 1966 ou 1967, o que restava do Ramal acabou de vez. Ficou, entretanto, o trecho entre Conde de Araruama e Conceição de Macabu ainda funcionando para a Usina Victor Sence, até o início dos anos 1990. Com a sua desativação, os trilhos foram arrancados.”


A ESTAÇÃO:

A Parada Paz era uma parada simples que, a meu ver, servia para atender à fazenda na qual a linha cortava (Fazenda da Paz?). Não tenho a sua data de inauguração. A parada é praticamente desconhecida, não é mencionada nas páginas ferroviárias e não existiam registros fotográficos dela na internet. Mas ela está descrita no livro G1-Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960. Próxima à Parada ainda existe as ruínas do antigo Armazém de Cargas da fazenda onde eram armazenados os produtos agrícolas ali produzidos, em especial o café. Em alguns mapas, como um de 1922, a parada está localizada como Parada Formicida. Não sei por que o nome. O que sei é que no livro G1-Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960, ela já aparece como Parada Paz.


Na sequência abaixo, a Parada Paz em detalhes.









Portas provavelmente originais da antiga Parada Ferroviária.

Detalhe do telhado de madeira com telhas francesas.



Acima e abaixo, o antigo Armazém de Cargas está bem deteriorado, mas ainda resiste no local, só não sabemos por quantos anos mais.


O antigo leito ferroviário da antiga E.F. Barão de Araruama; depois, E. F. Leopoldina.


Nas três fotos abaixo, uma casa ao lado da Parada Paz. Teria pertencido à ferrovia?



Essas grandes pedras bem próximas à Parada Paz intrigaram Paulo Neiva.


Outra casa muito antiga na localidade que pode ter sido testemunha ocular da passagem do Trem pelo local.


Aqui, a página do livro G1-Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960, referência nas viagens de pesquisa de Paulo Neiva. Grifado em vermelho aparece a Parada Paz e a sua quilometragem. 


Um mapa de 1922 onde a Parada Paz aparece com o nome de Formicida.