Acima, a Estação de Rive no final da década de 1980, em belo registro de Paulo Henrique Thiengo.
Acima e abaixo, a Estação de Rive nos dois sentidos. Registros de Marcos A. Farias feitos em 1986.
Acima, uma antiga, mas importante fotografia onde vemos a praça da Estação de Rive já sem os trilhos e as construções ao seu redor.
Abaixo, registro em ângulo aproximado nos dias de hoje através do Google Maps.
Acima, um recorte da antiga fotografia, onde vemos uma edificação em destaque no lado esquerdo da foto e a Estação de Rive à direita.
Abaixo, o registro do Google Maps em ângulo aproximado, onde vemos o que sobrou da edificação no lado esquerdo. À direita, a antiga Estação - já demolida - no local onde ela se situava, através desta nostálgica composição fotográfica que realizei. 
Abaixo, o local onde se situava a Estação de Rive, em outro importante registro de Marcos A. Farias feito em novembro de 2005.
Da Silva Junior na praça localizada próxima ao local onde se situava a Estação de Rive.
Estação RIVE
vala-do-souza
HISTÓRICO:
Segundo o site estacoesferroviarias, de Ralph Mennucci Giesbrecht... “O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A E. F. Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado; e para Rive, do outro; bifurcando na Estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na Linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26 de outubro de 1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05 de novembro de 1971. Sobram ainda trilhos desde Cachoeiro até próximo à Estação de Coutinho, para transportar mármore e granito das diversas serrarias dessas pedras que existem na região.”
A ESTAÇÃO:
Da Silva Junior visitou a Estação de Rive em 2020, quando fez os registros apresentados nesta matéria. Segue seu relato:
“A Estação de Pombal era o ponto final da
linha original em 1887, na sua inauguração pela Cia. Lloyd Brasileiro. No entanto, o Guia
Geral das Estradas de Ferro do Brasil de 1960 cita a inauguração da ‘Estação de
Reeve’ em 28 de abril de 1910. Porém, Pombal já existia nessa época e era a
ponta de linha do Ramal. A compra e prolongamento do Ramal feita pela
Leopoldina em 1907 levou a Estrada de Ferro até Espera Feliz nos anos
seguintes. Para isso, muito provavelmente foi construída uma nova Estação ali,
com condições melhores para a continuação dos trilhos. Essa nova Estação, já
com arquitetura típica da Leopoldina, é que foi inaugurada em 1910. O nome do
Engenheiro Reeve veio para homenagear o inglês morto numa emboscada em Matilde.
O nome anterior, Alegre - já que era essa a Estação mais próxima da sede do município
- foi transferido para a Estação que estava sendo construída lá no alto, ao
lado do rio Alegre. Por isso é que existiu um anúncio de 1888 da empresa
Lloyd, publicado em revista da época, mostrando a Estação com o nome de “Alegre”.
Outra dúvida é sobre o primeiro nome da Estação: inicialmente era ‘Pombal’ mesmo! Trens de passageiros
circularam pela Estação de Rive até
o final dos anos 1960. Infelizmente a Estação foi demolida em 1990.”



























